Crônica: A única forma de amor que realmente serve pra você

 

Em tempos atuais, pós-modernos, as pessoas de todos os lugares têm pressa e acreditam ter muito pouco tempo para encontrar um amor verdadeiro nos laços humanos, alguém que as aceite como elas são: com seus vícios, desejos, virtudes e sentimentos.

A pressa e a necessidade que elas têm de terminar e começar novos relacionamentos as colocam em condições que dificultam aprender sobre si mesmas e incorporar novos conceitos que ajudam a transformar comportamentos e alicerçam a conduta humana.

Aquele amor

O amor que todos procuram incessantemente no bar, na rua e nas redes sociais é líquido. Porque, como disse Isabella Freitas, “o amor vem pros distraídos”. Por isso há quem prefira esperar esse intervalo chegar ao fim, sozinho, pensando na vida, nos planos, e no desejo de um dia ter a dignidade de uma relação completa.

Há também aqueles que não aceitam perder tempo, preferem viver com a ideia de que estão sempre conectadas a alguém – quando, na verdade, estão apenas sozinhas e apressadas.

Eu? Prefiro a distração.

Imagem: thechallahblog

Informações do Autor

José Domingos

Acadêmico do curso de Letras-Português e Francês da UFS, è bolsista do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Cientifica). No universo corporativo atuou em vendas e em relações administrativas. Hoje, prefere ver o mundo através das páginas. À frente do projeto Cine Qua Non, desenvolve trabalhos voluntários nas áreas de literatura , artes e comunicação .É corretor de redação do portal Imaginie e também colunista no Portal Sucesso Jovem.

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