Homens forjados no calor da batalha, programados para vencer hoje vivem escondidos em sua falácias, e passar por qualquer intempéries da vida estão vivendo uma linha muito tênue entre o céu e o inferno, como masmorras ou um vulcão em erupção vivem suas falácias dizimando podridão por onde passam, andam vestidos como Deus, com armaduras celestiais na qual eles mesmos as colocaram, tirando a honra e o mérito de quem realmente deviria por jus coroá-los ou vesti-los, se instituam rei de sua casa, mas não passam de servos, chacotas para os povos que os cercam, suas línguas destroem casas e maximizam o mau em seus semelhantes.

Homens que nasceram para fazer o bem, mas estão cegos, seus olhos não tem mais altivez, percorrem suas jornadas como anunciadores de boas novas com dissoluções em suas pegadas. Caminhantes de um destino incerto para o bem, e completamente concreto e já traçado para colher puramente todo plantio feito ao longo de suas tenras vidas na qual não passar de dor e aflição, cuja transformação poderá se dar diante de suas humilhações e pedido de perdão, aos tão aclamados inferiores por eles. São donos da verdade, porem movidos pelos lideres que os travam, impedindo seu crescimento e criando barreiras que os impedem de alcançar o verdadeiro conhecimento e abrir-se para uma nova ideia, jovens que foram impedidos de lutar pelos seus ideais, por poderes que com um toque de persuasão enaltecem a si próprio como sendo excelência, juízes e doutores da lei sem nunca terem colocado uma beca.

Tem suas vidas pessoais com uma forma particular de marionete animada por uma pessoa e que se distingue e destaca-se pela manipulação de suas vidas medíocres e inteiramente infelizes e cercados de incertezas e paradigmas. Suas espiritualidades estão rotuladas nas roupas que vestem, no corpo deformado pela crença, nos olhos limpos sem sobra ou cabelo sem corte, mas a língua e uma nuvem negra o acompanham a cada vagar de sua vida. Pobres mortais, não sabem ou ignoram a veracidade dos fatos, perderam-se sabe Deus em qual percurso de sua marcha, o ego está ferido, o orgulho prevalece, os conflitos sociais são desavenças constantes vividas por eles, às relações entre pais, amigos e professores foram quebradas, dificilmente conseguirão estreitar os laços, estão morrendo um a um, mas acham que estão na flor da idade, os sonhos já não existem mais, os pensadores onde estão? Segurança, criatividade, tolerância, tranquilidades ou amor ao próximo, “amor ao próximo”, como amariam se não conseguem se amar de verdade?

Hipócritas vivem em lide com seus semelhantes, sua sabedoria não excede a de um jumento, mal conseguem administrar suas próprias vidas e saem administrando as vidas de outrem. O que direi ao fim de suas falácias, aos homens de pouca fé, que duvidam de sua própria capacidade, e desvirtuam seu próximo? Deixar escapar não é tão fácil, quando o dominador se diz representar uma divindade, ou tem seus fatos por verídicos somente quando lhes convém, pois no dia a dia, tudo é pecaminoso. Mas liberte-se das trevas, sair da prisão, purifique o coração, e sair de uma vida de opressão, pautada por atos irrepreensíveis é só para os corajosos, e em uma era em que o amor está cada vez mais frio, é preciso de uma dose a mais de determinação, mas acredito francamente que esses homens moldados para vencer suas batalhas, com capacete da justiça na qual foi lhes concedido, com armaduras e couraça da justiça pode ressurgir das cinzas e fazer valer a pena cada minuto de sua vida e de seu próximo, pois deus em sua imensa magnitude todos os dias quando abrimos nossos olhos nos da à chance de brilhar e resplandecer nossa luz para clarear os caminhos de nossos acompanhantes. Sejamos, portanto luz e não trevas, tenhamos cada vez mais amor e não ódio. Vamos a cada instante erguer nossa bandeira da paz e amar mais criticando menos.

Crédito foto: flickr.com/MoyanBrenn

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Tathiane Silva

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