O Pesque-pague e Restaurante Dori está cheio de novidades! Confira

Horta orgânica, inovações gastronômicas, agricultura familiar, peixes frescos e fornecedores locais: todas essas expressões são ingredientes fundamentais da história de sucesso do Pesque-pague e Restaurante Dori, que há mais de 15 anos recebe em Massaranduba famílias de toda a região para saborear as melhores preparações de tilápia com um tempero especial.

E se as famílias são os clientes honorários do negócio, é também uma família que está na base de tudo que o restaurante representa. Neide Maria Brych da Silva e Aldori da Silva, o Dori, trilharam um longo caminho até chegar ao empreendimento de sucesso que têm hoje. Há mais de uma década, o casal iniciou uma pesquisa extensa para encontrar um foco e abrir o próprio negócio. De uma plantação de cogumelos à criação de coelhos, foram muitas as ideias até que resolvessem transformar o sítio da família em um pesque-pague inovador para a época: além da pesca, o local oferecia também a limpeza dos peixes e o corte em filés, algo difícil de encontrar na região.

“Eu gostava muito de pescar e já estava montando os lagos na propriedade. E como minha sogra e a mãe dela moravam conosco, a casinha antiga da família tinha se tornado uma área de festas, em que recebíamos amigos nos finais de semana e fazíamos eventos para os mais chegados. Resolvemos utilizar o que tínhamos disponível, nos capacitamos e apostamos na ideia”, relembra Dori. Na época, o casal investiu todas as economias, contou com o apoio dos amigos – principais responsáveis pela divulgação boca a boca – e aproveitou para transformar a casinha em um pequeno restaurante, disponibilizando aos clientes toda a sabedoria culinária da mãe de Neide. Aproveitando a herança riquíssima, Neide se tornou a Chef da cozinha. “Minha mãe tinha um tempero muito especial, que fazia grande sucesso nas reuniões de amigos. Ele se tornou a base do nosso cardápio e é parte das receitas até hoje”, conta ela.

Muito dedicados, Neide e Dori fizeram inúmeros cursos com o passar dos anos, apostando na profissionalização, no trabalho em família e na inovação para manter e conquistar novos clientes. Aos poucos, ele ficou responsável pelo trato com os peixes e a parte do pesque-pague e restaurante, enquanto ela comanda a cozinha do restaurante, que é um dos mais conhecidos da região, além de pesquisar as tendências do mercado para manter o cardápio sempre atual.

E como a família também se envolve no negócio, não é por acaso que o filho do casal, Samuel Brych da Silva, de 18 anos, divide o tempo entre a faculdade de Turismo na FURB – Universidade Regional de Blumenau e os primeiros passos da administração do pesque-pague e restaurante. “Ele nos acompanha desde os 13 anos e já passou por todas as etapas, da pesca à cozinha, escritório e atendimento aos clientes”, contam os pais orgulhosos. Para as próximas etapas, os fundadores já sabem que vão deixar o fruto de tantos esforços em boas mãos.

 

Cardápio: dos tradicionais pastéis e risoles ao sushi e opções sem glúten

Se peixe é um dos seus pratos favoritos, ir ao Dori é aposta certa. Se a iguaria não te atrai tanto assim, espere até chegar lá. “Ficamos muito felizes por atender sempre famílias inteiras, e algo curioso é que muitas pessoas aprendem a comer peixe conosco. Sempre observamos as crianças que, no começo, ficam só na batata frita. Algum tempo depois, resolvem dar uma chance e passam a pedir aos pais para vir”, comenta Dori.

E não é para menos: se o tempero tradicional já é de dar água na boca, o cardápio variado não para de crescer. “Estamos sempre mudando, evoluindo e nos adaptando. Nos baseamos sempre no feedback dos clientes, nas tendências do mercado e nas diversas feiras das quais participamos”, revela Neide. “Nunca copiamos uma receita: pegamos a referência, testamos, adaptamos o estilo e o tempero e modificamos até chegar ao produto final”.

O resultado é um menu de várias páginas que traz uma infinidade de porções, ceviche, torresmo, pastel, bolinho, risoles, empanados, caldos – que têm grande saída até no verão –, chapeados de Filé de Tilápia, versões à parmegiana, lasanhas, escondidinho, moqueca e acompanhamentos. Todos com a tradicional tilápia, além de algumas versões de camarão.

Mais recentemente, o salmão chegou para dividir os holofotes. Após vários cursos e a presença de um sushiman no estabelecimento, a cozinha ficou pronta para oferecer diversos tipos de sushis, temakis e sashimis. Além disso, a casa oferece ainda Filés de Tilápia Chapeados com os molhos branco e alcaparras, alho e óleo e de mostarda com ervas finas – agora, também na versão Filé de Salmão.

Recentemente, entrou para o cardápio uma carta de vinhos, três opções de sobremesa e produtos especiais para quem tem restrições alimentares: as versões sem glúten e sem lactose. “As pessoas buscam cada vez mais uma alimentação saudável, e o peixe é um dos melhores alimentos que existem. Nada mais coerente do que nos adaptarmos para acompanhar essa ótima tendência”, ressalta Neide.

E o melhor: além de poder encomendar com três horas de antecedência qualquer prato da casa, preparado sempre com ingredientes frescos, agora ainda é possível encontrar a maior parte dos produtos em versão congelada no Pesque-pague e nos mercados do município.

 

O cuidado com os peixes e a agricultura familiar

Um dos princípios do negócio é a aposta na economia local. Desde o início, o casal utiliza apenas o produto de fornecedores da região e ingredientes provenientes da agricultura familiar e da parceria com a APISMA (Associação dos Piscicultores de Massaranduba). É por isso, aliás, que os pratos são preparados com tanto frescor: os peixes são recebidos e armazenados vivos em tanques especiais colocados nos lagos da propriedade. Na hora do consumo, são limpos e pré-preparados, e só depois levados à cozinha.

Por semana, o consumo chega a 1,4 mil quilos de peixe, ajudando a fortalecer a cultura piscicultora na região e incluindo o pesque-pague e restaurante na Rota da Tilápia, um projeto turístico da AMVALI – Associação dos Municípios do Vale do Itapocu para evidenciar a culinária e turismo regional.

 

Horta orgânica e frutas direto do pé

Como se os peixes frescos das lagoas da região não fossem suficientes, o Pesque-pague e Restaurante Dori ainda tem uma área de seu terreno reservada a uma horta orgânica em que cresce a maioria dos temperos utilizados na cozinha, tanto para o preparo quanto para as decorações dos pratos. E os próprios funcionários e a família é que cuidam da horta, idealizada há três anos.

A adubação, sem aditivos químicos, é feita através de um processo de compostagem. “Usamos todo o material orgânico gerado, dos restos de hortaliças às folhas que caem no jardim, e transformamos em adubo orgânico, que depois alimenta a horta”, conta Dori. Além disso, todos os resíduos recicláveis também são separados e entregues aos coletores da região.

Quem elege o restaurante para o almoço ou jantar ou vai praticar a pesca ainda tem um gostinho especial: é possível colher e consumir frutas diretamente de um dos 150 pés de árvores frutíferas espalhados pelo terreno, que oferecem sombra, frescor e agradáveis memórias a quem teve contato com a natureza na infância. As frutas são utilizadas também na cozinha e, a cada ano, 30 novos pés das mais diversas variedades são plantados: acerola, tangerina, limão, ameixa, laranja, goiaba e ingá. Como ressalta Dori, “assim, dá para manter frutas disponíveis o ano inteiro”.

 

Novidades fazem parte da rotina

Conforme o restaurante foi crescendo – atualmente, são atendidas em média 1.500 pessoas por semana –, a estrutura também foi passando por modificações. Há alguns anos, foi preciso contratar uma engenheira civil especializada em cozinha industrial para ajudar a renovar a estrutura. “Investimos em segurança e planejou-se o espaço de forma a garantir rapidez e qualidade. A equipe passou a trabalhar com tanta eficiência que ganhamos 4 a 5 minutos a cada pedido – ou seja, passamos a atender uma mesa completa em um tempo médio de 6 minutos”, conta o proprietário.

Hoje, dois novos galpões já foram incluídos para abrigar as mesas e a lotação máxima passou a 951 pessoas, com 300 sentadas ao mesmo tempo. A agilidade também entrou para o cardápio: com a nova cozinha e o sistema informatizado, o tempo de espera diminuiu em 40 minutos em horários de pico.

Além do atendimento para o almoço e jantar de quarta-feira a domingo, o Dori também oferece reservas para eventos, campo de futebol suíço com iluminação, playground equipado para as crianças e música ao vivo com moda de viola nas sextas-feiras.

Para a pesca, são sete lagoas com duas opções: a pesca paga, em que o cliente leva o peixe para casa limpo e em filés, se assim desejar, e a pesca esportiva, última novidade da casa. Nessa modalidade, cobra-se uma taxa para pescar por um tempo determinado, sem a obrigação de levar o peixe para casa depois. O que fica é utilizado no restaurante, evitando o desperdício. E, mesmo assim, é possível pagar separado para levar à família os peixes mais bonitos que você pescar, se esse for o seu desejo.

Venha fazer uma visita ao Pesque-pague e Restaurante Dori!

O Pesque-pague e Restaurante Dori fica na R. Padre Sílvio Micheluzzi, número 731, em Guarani Mirim, Massaranduba/SC. Não conhece a região? Não tem problema, o caminho é todo sinalizado desde a entrada da cidade.

 

Você também pode fazer reservas ou pedidos pelo telefone (47) 3379-1848.
Confira nosso espaço e os pratos do dia na página do Facebook: /PesquePagueDori
Na página, você ainda consegue visitar nossa estrutura pelo Google Street View!

Informações do Autor

Bruna Borgheti

Jornalista formada pelo Bom Jesus/Ielusc, de Joinville-SC, é acadêmica do curso de Letras da UniCesumar. À frente da redação das publicações do Grupo Dom7, faz a edição e curadoria de conteúdo do site e já teve suas aventuras pelo mundo corporativo, mas gosta mesmo é de um documento de Word em branco. Tem sugestões pra dar? É ela que você está procurando. Entre em contato pelo [email protected]

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