Galeria: frutas exóticas que você deveria experimentar

Ackee, atemoia, rambutan… já ouviu falar? Esses nomes nada convencionais são de frutas exóticas que também não devem ser muito familiares para você. Vindas de diversas partes do mundo, as iguarias a seguir valem o desafio e a alegria de descobrir sabores totalmente novos. Vamos a elas?

Quase inteiramente tóxica, a ackee tem uma única parte comestível: o arilo, uma porção esbranquiçada na base da semente

Quase inteiramente tóxica, a ackee tem uma única parte comestível: o arilo, uma porção esbranquiçada na base da semente.

A atemoia é resultado do cruzamento entre a chirimoya, que você confere abaixo, e a pinha. Exclusiva para consumo cru, ela é branca e macia por dentro

A atemoia é resultado do cruzamento entre a chirimoya, que você confere abaixo, e a pinha. Exclusiva para consumo cru, ela é branca e macia por dentro.

De origem andina, a chirimoya tem um gosto que mistura o ácido e o doce, casca verde e áspera e polpa branca

De origem andina, a chirimoya tem um gosto que mistura o ácido e o doce, casca verde e áspera e polpa branca.

Com um formato nada convencional, esta fruta – que ganhou o nome de dedos de buda na China, onde é bastante tradicional – é utilizada para o tratamento de indigestão e dores de garganta. Muito usada como presente no ano novo chinês, é considerada um símbolo da longevidade e apresenta gosto azedo

Com um formato nada convencional, esta fruta – que ganhou o nome de dedos de buda na China, onde é bastante tradicional – é utilizada para o tratamento de indigestão e dores de garganta. Muito usada como presente no ano novo chinês, é considerada um símbolo da longevidade e apresenta gosto azedo.

Conhecida no norte brasileiro como camapu, a físalis tem gosto cítrico e adocicado e é muito utilizada em docinhos gourmet, como decoração

Conhecida no norte brasileiro como camapu, a físalis tem gosto cítrico e adocicado e é muito utilizada em docinhos gourmet, como decoração.

O rambutan parece ter saído de algum mundo fantástico, mas o gosto não é tão exótico assim. Nativo do sudeste asiático, seu sabor é semelhante ao da lichia e o jeito de comer também é parecido: retirando a popa ao redor da semente

O rambutan parece ter saído de algum mundo fantástico, mas o gosto não é tão exótico assim. Nativo do sudeste asiático, seu sabor é semelhante ao da lichia e o jeito de comer também é parecido: retirando a popa ao redor da semente.

Crédito capa: flickr.com/RaúlHernándezGonzález
Crédito galeria: superinteressante/divulgação

Informações do Autor

Bruna Borgheti

Jornalista formada pelo Bom Jesus/Ielusc, de Joinville-SC, é acadêmica do curso de Letras da UniCesumar. À frente da redação das publicações do Grupo Dom7, faz a edição e curadoria de conteúdo do site e já teve suas aventuras pelo mundo corporativo, mas gosta mesmo é de um documento de Word em branco. Tem sugestões pra dar? É ela que você está procurando. Entre em contato pelo [email protected]

1 Comentário
  1. Aurea Vitoria

    22 de março de 2017 de 05:42

    Amei o site!! Parabens!

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