Mais experiência, menos decoreba é a fórmula mágica do aprendizado

Como 2 + 2 são 4! Com essa regra básica da Matemática, iniciamos um novo texto para explicar a razão pela qual as escolas devem, urgentemente, focar suas energias em mais experiência e menos decoreba… Assim mesmo, utilizando a lógica do somar o que dá resultado e subtrair o que já não agrega tanto valor ao processo de desenvolvimento do aluno.

Atualmente, a educação vem passando por rupturas em busca de novas formas de ensinar, focando, não somente os conteúdos teóricos e conceituais, mas também aqueles que se constroem com a vivência. Porém é preciso um aperfeiçoamento, tanto das técnicas, quanto do próprio pensamento do professor e do aluno.

De acordo com o Professor e Filósofo, Március Nahur, a aula precisa ser, não só ativa, mas também imaginativa e criativa. A partir dessa afirmação que engloba 3 poderosas palavras, os professores da atualidade têm um desafio enorme de garantir o aprofundamento do conteúdo, mas que contribua para a autonomia, a imaginação e a criatividade de seus alunos, por isso, proporcionar momentos de experiência é um método essencial para esse aprendizado efetivo.

É preciso considerar também que há estilos de aprendizagem. É fato que, as pessoas aprendem de formas diferentes e que, quanto mais o professor mesclar formas de apresentar o conteúdo, mais ele terá segurança para atrair seus diversos alunos.

O site Calvert Education aponta alguns estilos:

Visual
Pessoas que aprendem por meio de leitura de texto, imagens, gráficos, diagramas etc. Elas memorizam usando pistas visuais, por isso podem preferir escrever algo mesmo em tarefas orais.

Auditivo
São pessoas que irão se beneficiar lendo um texto em voz alta, ouvindo uma história gravada em áudio, ou participando de uma discussão. Elas também se beneficiam repetindo as instruções recebidas, realizando avaliações orais e usando associação de palavras para relembrar um conteúdo.

Sinestésico
Essas pessoas aprendem melhor por meio de uma abordagem “mão na massa”, movendo, tocando e fazendo. Elas tendem a preferir livros que tragam orientações de ações/tarefas.

Independentemente dos estilos, uma coisa é certa: Quanto mais o aluno se envolve com o objeto a ser estudado, maior é a chance dele assimilar o conteúdo e, realmente, aprender. Um exemplo disso é adotar a prática de cultivar uma horta na escola, pois, de uma maneira simples e divertida, o professor passa uma infinidade de competências, que vão desde saber os aspectos biológicos do alimento, até saber esperar o tempo certo da colheita, ter paciência.

O título deste texto já evidencia a necessidade de um aprendizado mais focado no envolvimento e participação do aluno ao invés de apenas decorar para acertar as questões da prova. Claro que o processo de ensino é complexo em que estão relacionados muitos fatores, inclusive os estilos de aprendizado mencionados acima, porém é preciso, constantemente, buscar melhoria para que a educação tenha muito mais a somar do que subtrair para uma sociedade com cidadãos mais comprometidos e empenhados em fazer a diferença, com suas distintas características.

É nisso que a Plataforma JUNTOS acredita. Se você também defende essa ideia, passe-a adiante!

*Texto originalmente desenvolvido para a Plataforma JUNTOS
Imagem: freeimages.com/Gonzalo Silva

Informações do Autor

adriananeves

Compartilhadora de boas notícias. Conectora de projetos e pessoas. [Gestão de mídias digitais e produção de conteúdo.]

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