Afinal, qual é o segredo dos melhores chocolates do mundo?

Por essa você não esperava. O segredo dos melhores chocolates do mundo é que: não há segredo. Mas, para entender isso, precisamos primeiro saber como surgiram essas iguarias da alta gastronomia que são capazes de fazer qualquer um começar a virar a cara para os chocolates populares dos supermercados.

Surge o Praliné

Bruxelas, a capital da Bélgica, é um país tão dedicado ao chocolate que, entre seus um milhão de habitantes, existem cerca de 500 chocolatiers – uma média bem alta. E como a quantidade é muita, a qualidade é a consequência.

Isso tudo começou no século 17, quando o país conheceu o xocoatl, uma bebida asteca à base de cacau que, na época, era amarga, apimentada e transformava o apreciador em uma espécie de deus na cadeia social gastronômica (ela chegou a ser conhecida como a bebida dos reis).

Em 1857, Jean Neuhaus começou a produzir populares barras de chocolate amargo, e 60 anos depois seu neto lançou uma das maiores criações do chocolate de todos os tempos: o praliné, conchas de chocolate preenchidas com um recheio suave e aveludado. Aos poucos, a Bélgica ganhava a fama de produzir o melhor chocolate do mundo.

Os melhores chocolates do mundo têm ingredientes maravilhosos e nada secretos

Mas, o que é que há no chocolate belga – e tantos outros europeus de qualidade semelhante – que transforma a iguaria em uma combinação tão superior? A verdade é: nada. Eles simplesmente fazer o que qualquer produtor de chocolate deveria fazer.

Começam por um contato muito próximo com seus fornecedores, acompanham o processo de torra e, o principal: em hipótese alguma adicionam gorduras vegetais às receitas dos chocolates, algo que é bastante comum na produção industrial. Ou seja, um chocolate belga é resultado de cacau de qualidade, nenhuma adição de gordura e da genialidade do artista.

Ficou curioso? Em Bruxelas, existem três grandes marcas tradicionais que vão provar a veracidade dessa matéria: a Leonidas, Godiva e a Neuhaus. Depois delas, vai ficar bem difícil voltar para casa.

Fonte: SuperInteressante
Imagem: Everjean



                                                                                                               Publicidade

Informações do Autor

Bruna Borgheti

Jornalista formada pelo Bom Jesus/Ielusc, de Joinville-SC, é acadêmica do curso de Letras da UniCesumar. À frente da redação das publicações do Grupo Dom7, faz a edição e curadoria de conteúdo do site e já teve suas aventuras pelo mundo corporativo, mas gosta mesmo é de um documento de Word em branco.
Tem sugestões pra dar? É ela que você está procurando. Entre em contato pelo [email protected]

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *