Todos temos consciência do impacto econômico causado por lojas virtuais (e-commerce), principalmente quando seu país detém 60% de todo o comércio eletrônico da América Latina. O Brasil registrou um crescimento 27% acima do alcançado em 2013, segundo ABComm. Ainda de acordo com a instituição, o e-commerce adquiriu aproximadamente 57 milhões de novos clientes até dezembro de 2014.
Anualmente, muitas empresas aderem a nova modalidade de comercialização e substituem o método convencional de vendas por lojas online. Isso se deve a grande demanda de mercado, que busca acessibilidade e consideráveis reduções de custos. 
A mídia aborda com veracidade o assunto relacionado a crise econômica, o que acaba por amedrontar muitos empresários e empreendedores, tornando-os mais cautelosos e menos “gastões”. A busca por redução de gastos e estratégias de reposicionamento tem estado presente em muitas reuniões corporativas, gerando dor de cabeça para seus gestores.
Muitos executivos enxergaram no e-commerce uma vantagem competitiva e uma tendência de curto prazo. Hoje não se pode estar distante da internet, pois os clientes estão lá. As lojas virtuais estão sendo cada vez mais viáveis, já que o medo dos consumidores está se extinguindo e seu investimento pode ser considerado baixo.
Ao fazer um comparativo, podemos perceber claramente que os produtos vendidos online são até 70% mais baratos dos vendidos em estabelecimentos físicos, isso porquê não existe alguns desembolsos corriqueiros, tais como: pagamento de aluguel, funcionários, energia elétrica, aguá, etc. Isso significa que para ser competitivo e se manter vivo no mercado, é preciso estar presente no comércio eletrônico. A previsão para 2015, é que o comércio virtual movimente R$ 49,8 bilhões um crescimento de 26% maior que em relação ao ano de 2014.
“Isso significa que as lojas físicas estão se findando/acabando?”
– Eu acredito que não. Mesmo embora o e-commerce esteja em constante crescimento, ainda acho que as lojas físicas são importantes, principalmente para clientes conservadores e consumidores que gostam de ver, tocar, sentir…etc, os produtos antes de tomar a decisão de compra. Sendo assim, não acredito que as lojas virtuais substituirão as lojas convencionais, mas sim, que vieram para complementar o comércio que já existe.
Dica: O ideal é investir 70% em lojas virtuais e 30% em lojas físicas.

Alessandro Fabricio

Mercadólogo, Colunista e Empresário
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